Beijo dali… Beijo daqui… Conheça os riscos da folia dos vírus

artigo sobre contagio bucal

Mononucleose, herpes, hepatite B, COVID… Uma folia nas noites!

Cena comum nas festas é ver pessoas trocando beijos no embalo da noite. O ato, que aparentemente não apresenta perigo, deve ser encarado com cautela. Doenças como a mononucleose, herpes e hepatite B e atualmente COVID, podem ser transmitidas pela boca. Muitas vezes as pessoas têm o vírus, mas não sabem.

Isso porque, em muitos casos, essas doenças não se manifestam e nem apresentam sintomas visíveis. Apenas de olhar não é possível descobrir quem tem um ou outro tipo de vírus desta bela “salada de frutas”, ou pode se dizer “salada de contágio”. A pessoa pode transmitir a doença mesmo sem saber que está contaminada.

Além de higiene e bom senso social, alguns cuidados podem ser tomados para se prevenir. O único modo de não correr o risco de pegar alguma das doenças é não beijar. Vale ressaltar que no caso do COVID o isolamento é o adequado. Nos outros inimigos contaminantes o ideal é limitar o número de parceiros ou parceiras. Quanto mais beijar, mais exposto você fica. Além disso, é importante observar se a pessoa tem lesões aparentes na boca, como ferimentos, fissuras ou sangramentos, o que é praticamente improvável que aconteça em um evento ou balada.

Com noites mal dormidas, bebidas e uma alimentação irregular, a resistência do corpo cai e a chance de vírus dominarem a situação é bem grande. Por isso, é importante tentar comer bem, se hidratar e tentar descansar o máximo possível para minimizar a baixa residência do corpo. A mononucleose, também conhecida como ‘doença do beijo’, acomete principalmente jovens de 15 a 25 anos e os sintomas são febre, cansaço, dor de garganta e ínguas na região do pescoço, e nesta época de COVID é um susto ter estes sintomas – vale a pena se ligar nas prevenções – e por conta deste mal-estar que causa essa doença é muito confundida com outras, fique atento.

Já a herpes pode ser reconhecida caso a pessoa apresente vesículas (bolhas com líquido) nos lábios ou ao redor dos lábios, o que nem sempre ocorre, ou crostas de cicatrização das vesículas (fase final da herpes). Uma vez que você pegou herpes, terá o vírus para o resto da vida, mas as feridas só aparecem quando a resistência do corpo cai por conta de muito sol ou stress, por exemplo.

A hepatite B, transmitida principalmente via contato sexual sem proteção, também dá o “ar da graça” em noites agitadas com relacionamentos diversificados e pode passar através da boca por causa do sangue contaminado. Isso pode acontecer se você tiver um machucado na boca e o parceiro também. Os sintomas principais são febre no final da tarde e enjoos, mais uma vez, sintomas que nos dias atuais também dará medo. Fique ligado. Também é possível ficar com a pele amarelada, mas isso é mais comum na hepatite do tipo A.

Então fica o alerta para as horas de festa… E só para não deixar de completar a conversa… Por enquanto COVID MATA! E se a noite se prolongar, lembre-se que a AIDS também está por aí.

Este texto é resultado de um trabalho voluntário, e é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha programática e ideológica do Portal Carta do Mar e seus administradores..

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