Entrelaços…

Com a desculpa do abraço, eu entrelaços a sua alma na minha.
E assim, devagarinho – você sorri e pensa em ficar.
Com seus olhos cor de cafe-com-leite, tem sido o meu deleite, do se pôr ao clarear.

Quando fecha, um instante, já faço beijinho de amante reclamando a boca requerida para que não feche a murmurar.
Neste instante já somos um.
Entrelaços de pernas e abraços!
No gozo pleno da presença.

De testemunha, a lua.
Na certeza de ser sua.

Este texto é resultado de um trabalho voluntário, e é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha programática e ideológica do Portal Carta do Mar e seus administradores..

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