Com a desculpa do abraço, eu entrelaços a sua alma na minha.
E assim, devagarinho – você sorri e pensa em ficar.
Com seus olhos cor de cafe-com-leite, tem sido o meu deleite, do se pôr ao clarear.
Quando fecha, um instante, já faço beijinho de amante reclamando a boca requerida para que não feche a murmurar.
Neste instante já somos um.
Entrelaços de pernas e abraços!
No gozo pleno da presença.
De testemunha, a lua.
Na certeza de ser sua.







