Faça tudo o que puder. Mas só se puder…

Perdoar a si mesmo é curativo.
E entender que estamos neste mundo para evoluir e aprender, é LIBERTADOR.
E mais, você não tem obrigação alguma de ser perfeito.
Apenas faça o seu melhor, com as condições que a vida lhe dá em cada momento.
E para quem acha que você tem, sinta muito – apenas isso!
Faça o que puder, e de todo seu coração – com todo amor do mundo, como mãe ou pai.
Faça o puder, e de todo o seu coração, como filha ou filho.
Faça o que puder, com todo seu amor, respeito e lealdade, como namorada (o), esposa, marido.
Faça o que puder, com todo seu amor e carinho, como amigo, como irmão!
Faça o que puder, com o tempo que reservou para isso, com todo seu amor, profissionalismo, como contratado/empregado/empreendedor!
Do resto, sinta muito! Não faça.
Sim, a vida tem o peso que você dá a ela.
E decida que a sua será leve.

NÃO ESQUEÇA:

Perdoar a si mesmo é salutar.
Entender que estamos neste mundo para evoluir e aprender, logo não temos obrigação alguma de sermos perfeitos, é CATÁRTICO.
Se os que estão ao seu lado, estão no mesmo processo que o seu e – assim – lhe entendem, abrace-os.
Se não, agradeça e siga a viagem. Sem eles.

Siga seu ritmo. APENAS o seu ritmo!

Este texto é resultado de um trabalho voluntário, e é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha programática e ideológica do Portal Carta do Mar e seus administradores..

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Crônicas, Literatura

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